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A primeira iniciativa para restaurar o Polytheama data de 1986 e foi coordenada pela arquiteta Lina Bo Bardi, contando com uma equipe composta pelos arquitetos André Vainer e Marcelo Ferraz.
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O projeto só foi retomado em meados dos anos 90 pelo escritório Brasil Arquitetura, sem a presença de Lina Bardi mas seguindo o mesmo princípio norteador definido por ela: resgatar a “alma popular e polivalente” da edificação. Os arquitetos, entretanto, tiveram que reestruturar o projeto, por não poder mais contar com o terreno vizinho para organizar o fluxo de público e artistas, resolvido desta feita no interior do corpo do teatro. No final, nem mesmo foi construído o prédio anexo, que se localizaria em desnível no fundo do lote e que fora projetado para dar apoio às atividades artísticas e administrativas.
A solução alternativa adotada foi a construção de uma galeria e de uma caixa de escada em concreto aparente, instaladas no recuo lateral, entre a fachada e o muro da divisa, com seus contrafortes de tijolo expostos. A nova circulação transplantada para o interior do edifício também recorreu a passarelas de concreto, tanto no foyer de pé-direito duplo como nas laterais para acesso às arquibancadas.
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SANTOS, Cecilia Rodrigues dos – Theatro Polytheama.
In: CALDEIRA, Vasco; FANUCCI, Francisco; FERRAZ, Marcelo; SANTOS, Cecilia Rodrigues dos– Francisco Fanucci, Marcelo Ferraz: Brasil Arquitetura. São Paulo: Cosac Naify, 2005.
Teatro Polytheama
Equipe:
Francisco Fanucci, Marcelo Ferraz, André Vainer, Marcelo Suzuki, Roberval Guitarrari
Data de início do projeto:
1995
Data conclusao da obra:
1996
Programa:
recuperação do edifício histórico e construção de edifício de apoio - salas de ensaio, depósitos, oficinas, restaurante, choperia e belvedere
Área:
3.158m
Local:
Jundiaí, SP
Fotos:
Nelson kon
Publicaçoes:
“Teatro Polythema” Projeto, São Paulo, 1997, n.º 210, pág. 32/39 “Teatro Polytheama o último ato de Lina Bo Bardi” Projeto, São Paulo, 2001, nº 251, pág. 102/103 “São Paulo to a Second Tier of Citie” Architectural Record, USA, 1998, pág. 96/97
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